“Eu vivo do que eu produzo com a minha mão”, garante Johannes Lacerda, um jovem ceramista com muito caminho pela frente

“Eu vivo do que eu produzo com a minha mão”, garante Johannes Lacerda, um jovem ceramista com muito caminho pela frente

ALDO ROCHA
do rebanho
O guardião

Seu Aldo Rocha nunca foi um grande pecuarista, mas já teve todo o rebanho da península sob seus cuidados de vacinador e veterinário prático.

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MÃE COM ORGULHO

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MÃE COM ORGULHO

Telma Freitas é uma mãe pela diversidade. Militante da causa LGBT+, essa paulista criada na Mooca passou dificuldades na infância, marcada pela violência doméstica, construiu a vida no Centro-Oeste, embalada no samba, e hoje, mãe de uma pessoa trans, ajuda outras famílias a acolher as diferenças e a enfrentar a discriminação.

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KID SANTEIRO

“Eu vivo do que eu produzo com a minha mão”, garante Johannes Lacerda, um jovem ceramista com muito caminho pela frente

MARIA CÉLIA SILVA
Crônicas de
dona Teia

Ao lado da Bread King, no Alto Perequê, uma placa fixada no muro em outubro de 2017 indica que a praça da localidade homenageia Manoel Honorato da Silva. Poucos passos adiante, no outro lado da avenida principal, está a Servidão Silva e o lar de dona Teia, a viúva do homenageado e memória do lugar. Se quiser saber sobre a Rua do Fogo, é a ela que se tem de perguntar

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NATUREZA, AVENTURA E LAZER!
Trilha ecológica . Ecomuseu
Gastronomia . Esportes náuticos
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Reportagens

“O que eu planto não morre”

“Empada como eu, ninguém faz”, garante seu Izaul Guerreiro, jardineiro que calhou de produzir um dos quitutes mais apreciados nos bons tempos da praia central de Porto Belo. Sua Casa das Empadas ficou famosa entre os turistas e Izaul ganhou um bom dinheiro comercializando um único item por quase 40 anos. Aposentado, passou o bastão para a filha, Elisa, mas se mantém por perto, zeloso da tradição familiar. Da mesma forma, não deixa de andar de bicicleta pelo bairro do CTG nem de ficar atento às senhoras que passam diante do seu portão. Foi assim que, aos 91 anos de idade, esse viúvo bem-humorado está novamente comprometido.

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Rua do Fogo, nº 100

Ao lado da Bread King, no Alto Perequê, uma placa fixada no muro em outubro de 2017 indica que a praça da localidade homenageia Manoel Honorato da Silva. Poucos passos adiante, no outro lado da avenida principal, está a Servidão Silva e o lar de dona Teia, a viúva do homenageado e memória viva do lugar. Se quiser saber sobre a Rua do Fogo, é a ela que você tem de perguntar

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Viver e morrer no Araçá

“Nada como a casa da gente”, declara dona Maria Caetano. Há mais de 70 anos, essa tradicional moradora do Araçá vive no mesmo endereço, próximo à igreja católica do bairro, aonde foi depois que “pôs o pé no sereno” para construir sua caminhada ao lado do marido, e de onde espiou as mudanças que a comunidade sofreu: de recanto isolado, sem luz nem estrada, a importante polo pesqueiro; de chão para lavouras e engenhos a um badalado destino turístico. O que não mudou nesse tempo foi o desejo de Maria de permanecer em seu universo particular: “Daqui eu não saio”.

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“Eu vivi a vida”

“Eu gosto é de aventura”, diz o pescador, carpinteiro naval e caminhoneiro ocasional Samuel Valdemar da Silva, o dono de um estaleiro às margens do rio Santa Luzia, lá onde Porto Belo e Tijucas se encontram. De riso fácil, seu Samuel guarda na lembrança as mudanças que o bairro viveu nas últimas seis décadas e celebra uma vida que se fez em milhas de mar e quilômetros de chão. No limiar da aposentadoria, ainda encontra alegria para equipar seu caíco e sair à cata de um belo cardume de tainhas.

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Uma prece ao tempo

“Meus filhos não vão passar pelo que passei”. Mais que um desejo, essa certeza direcionou a trajetória de Iracema Soares, nascida de família humilde e desde nova acostumada às agruras da vida. Para cumprir com esse destino, trabalhou duro e sofreu, mas hoje sente a satisfação de saber que sua missão foi concluída com êxito.

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“A vida da gente daria um romance”

“Eu me lembro de tudo”, confidencia dona Nide, uma viúva de 84 anos que nas noites insones reprisa o que viveu até aqui: as dificuldades da infância pobre, o casamento como extensão da luta diária pelo pão, a criação dos filhos, a saudade daqueles que partiram. “A vida da gente daria um romance”, afirma com um brilho de nostalgia no olhar. Se fosse romance, teria muito de drama — assim como um final feliz: sua casa é hoje o centro de uma agitada e harmoniosa vida familiar.

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Um pescador de histórias

Não espere tanta seriedade de Arão Francisco Mafra. Aos 74 anos de idade, este pescador aposentado nascido na “Praia Grande” tem humor de garoto. Adora inventar histórias de conhecidos, que ventila pelos bares como se fossem reais, de pregar peças e brigar com galos.

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Kid Santeiro

“Eu vivo do que eu produzo com a minha mão”, garante Johannes Lacerda, um jovem ceramista com muito caminho pela frente

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Artífice do barro, entusiasta da cultura

“Uma criança que cresce perto da arte vai ser um adulto melhor”, confia Patrícia Estivallet, professora, artesã e um exemplo de como esse contato pode moldar o caráter e inspirar um caminho de realização pessoal. Há quinze anos em Porto Belo, a gaúcha garante que a mudança foi “a escolha mais bem feita” de sua vida.​

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Um século de sabores

No limiar dos seus 103 anos de idade, dona Malfiza Neves lembra do passado como se tivesse acontecido ontem. Nesse tempo de sua memória, as mãos ainda realizam maravilhas na cozinha, impregnando com o aroma de boa comida os encontros sociais da península. No recordar de Malfiza, ainda há um delicado perfume de margaridas no ar.

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Correr, cantar, viver!

A música como ganha-pão, ideal artístico, discurso filosófico; a corrida como celebração da vontade e da resistência que não conhece limites: duas facetas do músico nativo André Gomes de Miranda, um artista em busca de si mesmo.

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Memórias de um prático de farmácia

Ele saiu de casa aos doze anos de idade, de pés descalços e com apenas a quarta série primária, e se tornou um respeitado profissional da saúde, de cujos cuidados por muito tempo Porto Belo dependeu. Parteiro, médico, farmacêutico… seu Bráulio tinha remédio para tudo.

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