“Eu vivo do que eu produzo com a minha mão”, garante Johannes Lacerda, um jovem ceramista com muito caminho pela frente

ALDO ROCHA
do rebanho
O guardião

Seu Aldo Rocha nunca foi um grande pecuarista, mas já teve todo o rebanho da península sob seus cuidados de vacinador e veterinário prático.

“Eu vivo do que eu produzo com a minha mão”, garante Johannes Lacerda, um jovem ceramista com muito caminho pela frente

previous arrow
next arrow

MÃE COM ORGULHO

retorna em

formato podcast

MÃE COM ORGULHO

Telma Freitas é uma mãe pela diversidade. Militante da causa LGBT+, essa paulista criada na Mooca passou dificuldades na infância, marcada pela violência doméstica, construiu a vida no Centro-Oeste, embalada no samba, e hoje, mãe de uma pessoa trans, ajuda outras famílias a acolher as diferenças e a enfrentar a discriminação.

retorna em

formato podcast

KID SANTEIRO

“Eu vivo do que eu produzo com a minha mão”, garante Johannes Lacerda, um jovem ceramista com muito caminho pela frente

MARIA CÉLIA SILVA
Crônicas de
dona Teia

Ao lado da Bread King, no Alto Perequê, uma placa fixada no muro em outubro de 2017 indica que a praça da localidade homenageia Manoel Honorato da Silva. Poucos passos adiante, no outro lado da avenida principal, está a Servidão Silva e o lar de dona Teia, a viúva do homenageado e memória do lugar. Se quiser saber sobre a Rua do Fogo, é a ela que se tem de perguntar

previous arrow
 
next arrow
NATUREZA, AVENTURA E LAZER!
Trilha ecológica . Ecomuseu
Gastronomia . Esportes náuticos
NATUREZA, AVENTURA E LAZER!
Trilha ecológica . Ecomuseu
Gastronomia . Esportes náuticos
previous arrow
next arrow

Reportagens

O dono da rua

O que leva uma pessoa a dispensar o tempo livre, as horas de sono e até alguma economia para cuidar de um bem público, sem que ninguém lhe tenha pedido ou determinado? Para Luiz Apolinário Santos, a resposta é sucinta: “Porque gosto. Me sinto bem fazendo isso”. Pois Luizinho da Ambulância é o anjo da Pedro Guerreiro, situada na “tríplice fronteira” do CTG, Perequê e Vila Nova e em quase tudo igual a qualquer outra rua do município — salvo pela dedicação de seu mais ilustre morador.

Leia na íntegra »

O homem do fundo do mar

O italiano Giuseppino Nicoletti tem um quê de Forrest Gump: percorreu, no decorrer de sua longa existência, fatos e personalidades marcantes. Ao lado do irmão Bruno, fez mais que testemunhar: foi agente da história, ao exercer o papel de pioneiro do mergulho e fabricar roupas de borracha na Argentina, no Chile e na Venezuela quando ninguém mais fazia. Há quase três décadas vivendo em Porto Belo, esse aventureiro discreto segue sendo a referência da Pino — sua marca de roupas de neoprene — enquanto observa com que velocidade a cidade se transforma à sua volta.

Leia na íntegra »

“A cerâmica foi a minha salvação”

Um terreno aos pés do Morro do Bicudo, no Alto Perequê, abriga a morada e o ateliê do artista Edmundo Campos. Artista não: “Sou um operário de mim mesmo”, define-se o itajaiense, que há quase 40 anos buscou na argila um sentido de vida e conquistou um meio de expressão. Sua obra, hoje, corre o mundo.

Leia na íntegra »

Memórias de um prático de farmácia

Ele saiu de casa aos doze anos de idade, de pés descalços e com apenas a quarta série primária, e se tornou um respeitado profissional da saúde, de cujos cuidados por muito tempo Porto Belo dependeu. Parteiro, médico, farmacêutico… seu Bráulio tinha remédio para tudo.

Leia na íntegra »

No chão daquele galpão

Seu Aldo Leonardo Rocha nunca foi um grande pecuarista, mas já teve todo o rebanho desta península sob seus cuidados. Vacinador e veterinário prático, o filho de Leonardo Rocha também salvou muito animal doméstico, numa época em que profissional com diploma de faculdade não existia. Aposentado e vivendo no mesmo chão em que nasceu, às margens da Estrada Geral do Alto Perequê, Aldinho mantém a rotina de homem do campo: “Quem tem um sitiozinho como eu tenho, o serviço nunca para”.

Leia na íntegra »

Um bom dia para lançar a tarrafa

Faz quase quinze anos que Miro se aposentou do mar — mas ainda não lhe deu descanso (ou seria o contrário?). Pescador profissional da juventude até o início da vida adulta, depois piloto de embarcações típicas de transporte recreativo até a ilha de Porto Belo, o terceiro filho de Timóteo Rebelo ainda se pega lançando tarrafas do Píer Turístico ou manobrando seu barco pela orla — não exatamente por necessidade, embora salário de aposentado seja pouco, mas porque o mar é seu amigo, seu lugar de repouso. E também porque tio Miro não quer parar: “Ficar em casa pra quê?”, questiona.

Leia na íntegra »

Crônica de uma vida riscada de mar

Nascido num tempo de pés descalços, tardes de lavoura e noites de breu, Manoel João dos Santos conheceu a pobreza. Por isso, não titubeia: a vida hoje em dia é bem melhor. “Já se nasce em berço de ouro”, diz o pescador criado na praia do Estaleiro, que largou remo, espinhel e as lanchas do entorno e se incorporou às primeiras levas de patrícios que saíram para ganhar a vida nas parelhas de Santos. Viúvo e aposentado, Mané João passa os dias entre caminhadas, os cuidados da filha do coração e os cultos na Assembleia de Deus.

Leia na íntegra »

Um pescador de histórias

Não espere tanta seriedade de Arão Francisco Mafra. Aos 74 anos de idade, este pescador aposentado nascido na “Praia Grande” tem humor de garoto. Adora inventar histórias de conhecidos, que ventila pelos bares como se fossem reais, de pregar peças e brigar com galos.

Leia na íntegra »

“Nunca tive medo do palco”

Faz mais de quinze anos que Cezinha Silva virou o “baixista da Uniclãs”. Antes disso, sua vida já transcorria em acordes e continuou sendo conduzida em escalas depois que sua banda mais famosa se foi (e voltou, numa história ainda em busca de ponto final). Ele, então, se tornou “Cezinha, o baixista” pura e simplesmente — o que não é pouco, considerando tudo o que realizou na música. Dos bares da adolescência aos palcos regionais, passando por estúdios e parcerias com nomes consagrados, Ângelo Cesar da Silva continua como começou: disposto a aprender sempre.

Leia na íntegra »

“A vida da gente daria um romance”

“Eu me lembro de tudo”, confidencia dona Nide, uma viúva de 84 anos que nas noites insones reprisa o que viveu até aqui: as dificuldades da infância pobre, o casamento como extensão da luta diária pelo pão, a criação dos filhos, a saudade daqueles que partiram. “A vida da gente daria um romance”, afirma com um brilho de nostalgia no olhar. Se fosse romance, teria muito de drama — assim como um final feliz: sua casa é hoje o centro de uma agitada e harmoniosa vida familiar.

Leia na íntegra »

“Sendo vivo, acontece de tudo”

“Sendo vivo, acontece de tudo”, diz Silvestre Francisco Marques, o filho de lavradores que ajudou a estabelecer a condição de porto pesqueiro do Araçá e instituiu uma dinastia política que ultrapassa cinco gerações.

Leia na íntegra »

Satisfação pelas conquistas

Das rondas pela cidade para anunciar pão fresco, nos anos 1950, ao auge dos negócios como comerciante no final dos anos 1980, passando aos filhos o comando de um importante patrimônio empresarial no início dos anos 2000, seu José Carlos Moreira demonstrou, ao longo de toda a sua jornada, tenacidade e talento de empreendedor.

Leia na íntegra »
Previous
Next